Resenha: O Livro da Psicologia

12:00


Não pretendo seguir nada relacionado à área futuramente, mas a psicologia sempre me pareceu uma ciência fascinante. É o estudo de como as pessoas funcionam, acho que assim podemos dizer. Então, resolvi comprar esse livro (e o Livro da Filosofia) para conhecer um pouquinho mais sobre meu interesse. E gostei bastante. 

Não terminei de ler ainda, mas já existem vários pontos positivos para destacar sobre o livro. O primeiro é a aparência, é claro. Capa dura, com ilustrações atrativas na capa, que seguem pelo resto das páginas, explicações dinâmicas e coloridas, linhas do tempo explicativas, entre outros. É um livro bonito e, ao mesmo tempo, bem prático. Esse é inclusive o dos principais motivos que atraem os leitores dele, eu acho, porque é impossível não encontrá-lo na livraria e não ficar folheando com vontade de guardar tudo. Até se render e comprar, como eu. 

Ele segue a ordem cronológica e é dividido entre as principais correntes de pensamento da psicologia, dando as ideias de cada pessoa que marcou história assim como uma breve biografia dela. O ruim é que são informações bem superficiais, é uma espécie de resumo sobre o assunto, mas como também é claro e objetivo, dá para entender legal as ideias de cada grande psicólogo/psicanalista/outras pessoas importantes e buscar se aprofundar naquelas que são mais interessantes, caso o leitor queira.

Até onde li, fala de conceitos sobre o funcionamento da mente humana e os reflexos no comportamento, porém não muito sobre síndromes ou distúrbios, que são, geralmente, o que mais atraem interesse do público em geral, na minha opinião. E, como eu já disse, não há nenhum aprofundamento nesses conceitos. Portanto, o Livro da Psicologia é mais para quem quer um conhecimento de geral sobre a ciência, não para realmente estudá-la se depender só dele, mas é uma boa base e uma leitura interessantíssima.

Algo que me chamou muito atenção foi a teoria de Fritz Perls. Ele achava que, segundo Freud, as pessoas pareciam não passar de fantoches de seus impulsos biológicos, mas ele queria mostrar que temos controle sobre nós mesmo e somos responsáveis por nossa vida. Temos voz ativa, sim, e podemos moldar nossa realidade, a partir da maneira como a enxergamos, uma mudança que começa por dentro. Essa era a base para a Gestalt-terapia, que, embora seja criticada pelo individualismo, ainda serve como fundamento para muitas outras terapias atualmente. 

Vou terminar de ler esse mês, só fiquei ansiosa para compartilhar minhas impressões (^_^) e, bom, não tô com muita criatividade para postar então ando meio sumida do blog ultimamente... Enfim, vamos ver se daqui para frente as coisas não mudam um pouquinho. 



Postado por: Ana Letícia

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