Filme: Anna Karenina

13:27

Durante esse período que eu passei sem tempo, se tem uma coisa que eu mesmo assim não deixei de fazer, foi gastar meu tempo livre (e o que não era livre também rs) no Netflix. E entre os filmes que vi, há três que eu gostaria de compartilhar, sendo que o último não está mais disponível no serviço: Anna Karenina, Pulp Fiction e Orgulho e Preconceito. Comentarei todos em posts diferentes, porque os achei ótimos e que merecem atenção especial para cada um deles, além de que adoro fazer resenhas de filmes e livros. Eu gosto de refletir e analisar as coisas que eu consumo, sabe? Então, talvez seja um conteúdo cada vez mais frequente no blog (= 

 

Sinopse: Anna Karenina (Keira Knightley) viaja para fazer uma visita ao irmão, cujo casamento se encontra em crise, para consolar a cunhada e convencê-la a perdoar uma traição. Durante esse tempo que passa longe do marido, Alexei Karenin (Jude Law), Anna conhece o conde Vronsky (Aaron Johnson), e é a partir desse evento que toda a paz em sua vida começa a ruir. A paixão dos dois é muito grande para que se resista (ou se esconda), porém, para tudo há consequências. E para Anna, elas virão no julgamento da sociedade e na resposta de seu marido. 

É um filme visualmente muito bonito, e eu fiquei particularmente apaixonada pelos vestido da protagonista. Tem um recuso que eu adorei, que foi montar o filme como se fosse num teatro, mas sem que realmente fosse. Dá para entender? As cenas em que se trata da classe alta, dos nobres, ocorrem em cima do palco, como se eles estivessem sempre a vista e sempre encenando. Nas coxias estão os trabalhadores, todos aqueles que sustentam o espetáculo. E as cenas em que há personagens com ideais puros foram gravadas ao ar-livre. Pelo que li, essa é uma forma de retratar a crítica feita no livro que originou o filme, escrito por Tolstói. 

Às vezes é um pouco cansativo, mas a história no geral é encantadora. O livro tem enorme destaque. Porém, voltando à adaptação, acho que o que não me convenceu foi o amante. Parece muito jovem, não tem força. Um romance tão forte merecia um galã à altura. Do outro lado, temos a figura do marido. Ele é praticamente um santo, ao passo que Anna fica como grande vilã da história. Realmente, ela é egoísta e faz o marido sofrer tanto que dá pena, mas eu também vejo o lado dela. Ela só queria ser feliz, mesmo que isso lhe custasse tão caro. E custou. 

Bom, chega de spoiler, porque a intenção é fazer com que alguém assista (e comente comigo depois!), não o contrário saushuah Os comentários estão aí esperando pela sua opinião ;)

Postado por: Ana Letícia


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